Meu primeiro selo

Meu primeiro selo
mimo do meu amigo Carlos

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Meu Sonho

 (Cecília Meireles)

Parei as águas do meu sonho
para teu rosto se mirar.
Mas só a sombra dos meus olhos
ficou por cima, a procurar...
Os pássaros da madrugada
não têm coragem de cantar,
vendo o meu sonho interminável
e a esperança do meu olhar.
Procurei-te em vão pela terra,
perto do céu, por sobre o mar.
Se não chegas nem pelo sonho,
por que insisto em te imaginar?
Quando vierem fechar meus olhos,
talvez não se deixem fechar.
Talvez pensem que o tempo volta,
e que vens, se o tempo voltar.
Saudades  meu anjo!!!!!!!

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Se...

       
Se amar é sentir a ausência de alguém ...
Se amar é ter saudade de um sorriso ...
Se amar é viver sofrendo na alegria ...
Se amar é chorar por coisas de que antes se ria ...

Se amar é estampar a alegria no rosto e
       tristeza no coração ...
Se amar é por um beijo a vida se alegrar ...
Se amar é viver no engano do que
       queriamos que fosse ...

Se amar é, enfim, tudo isso,

ENTÃO ...  EU AMO VOCÊ !!!

        GLÁCIA DAIBERT

RAMON ...Eu Amo Você

sábado, 19 de maio de 2012

A Ausente

A AUSENTE


Há várias espécies de dores capazes de atingir os corações humanos. Qual a mais intensa? Parece-nos ser aquela que estamos sentindo no momento. Temos o costume de esquecer o passado e valorizar o sentimento presente como se nada de pior já tivesse acontecido, ou pudesse vir a acontecer. Isso é uma tendência muito natural do ser humano. Mesmo assim, existem sofrimentos que se distinguem dos outros, e assumem perante a maioria das criaturas uma condição de maior gravidade. A morte de um ser querido, por exemplo. Não há quem não se comova, sofra, sinta verdadeiramente quando um ser amado abandona o envoltório corporal e parte para outro plano da vida. Pouco importa se a desencarnação foi repentina, ou não; se foi violenta, ou serena. Não interessa se aquele que partiu já contava com avançada idade, ou se ainda era jovem. Não há como mensurar essa espécie de dor. E cada um a sente, e reage a ela, de forma diversa. Há aqueles que se entregam, blasfemam e se revoltam. Há outros que choram, mas que aceitam, envolvendo suas dores no bálsamo da prece e da fé. Há, ainda, os que buscam modos nobres e belos para render novas homenagens àqueles que já se foram. Assim parece-nos ter agido o poeta Augusto Frederico Schmidt, que toca nossos corações com os seguintes versos: “Os que se vão, vão depressa, Ontem, ainda, sorria na espreguiçadeira. Ontem dizia adeus, ainda da janela. Ontem vestia, ainda, o vestido tão leve cor-de-rosa. Os que se vão, vão depressa. Seus olhos grandes e pretos, há pouco, brilhavam. Sua voz doce e firme faz pouco ainda falava. Suas mãos morenas tinham gestos de bênçãos. No entanto hoje, na festa, ela não estava. Nem um vestígio dela, sequer. Decerto sua lembrança nem chegou, como os convidados, Alguns, quase todos, indiferentes e desconhecidos. Os que se vão, vão depressa Mais depressa que os pássaros que passam no céu, Mais depressa que o próprio tempo, Mais depressa que a bondade dos homens, Mais depressa que os trens correndo, nas noites escuras, Mais depressa que a estrela fugitiva que mal faz traço no céu. Os que se vão, vão depressa. Só no coração do poeta, que é diferente dos outros corações, Só no coração sempre ferido do poeta É que não vão depressa os que se vão. Ontem ainda sorria na espreguiçadeira, E seu coração era grande e infeliz. Hoje, na festa ela não estava, nem sua lembrança. Vão depressa, tão depressa os que se vão ...” *** Não permita que sua dor, seja ela causada pelo motivo que for, o impeça de perceber a beleza de cada momento. Não deixe que suas lágrimas, por mais sentidas e justas que sejam, turvem sua visão, impossibilitando que seus olhos vejam a vida com clareza e serenidade. Dedique aos amores que partiram pensamentos otimistas e repletos de confiança no reencontro futuro, sem desespero nem revolta. Se hoje, na sua rotina, pareceu-lhe que ninguém notou a dor que lhe invadia intensamente o peito, saiba que nada, nem mesmo nossas angústias, passam despercebidas ao pai. Confie, persista e prossiga, sempre. Equipe de Redação do Momento Espírita.
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 Ramon  receba meus pensamentos otimistas e repletos de confiança no reencontro futuro, Te amo para sempre!!!!!!!!

15  meses

terça-feira, 1 de maio de 2012

O Valor Das Pequenas Coisas


Roque Schneider
 

Em cada indelicadeza, assassino um pouco aqueles que me amam.
Em cada desatenção, não sou nem educado, nem cristão.
Em cada olhar de desprezo, alguém termina magoado.
Em cada gesto de impaciência, dou uma bofetada invisível nos que convivem comigo.
Em cada perdão que eu negue, vai um pedaço do meu egoísmo.
Em cada ressentimento, revelo meu amor-próprio ferido.
Em cada palavra áspera que digo, perdi alguns pontos no céu.
Em cada omissão que pratico, rasgo uma folha do evangelho.
Em cada esmola que eu nego, um pobre se afasta mais triste.
Em cada oração que não faço, eu peco.
Em cada juízo maldoso, meu lado mesquinho se aflora.
Em cada fofoca que faço, eu peco contra o silêncio.
Em cada pranto que enxugo, eu torno alguém mais feliz.
Em cada ato de fé, eu canto um hino à vida.
Em cada sorriso que espalho, eu planto alguma esperança.
Em cada espinho, que finco, machuco algum coração.
Em cada espinho que arranco, alguém beijará minha mão.
Em cada rosa que oferto, os anjos dizem: Amém!

Ramon receba  pelos meus pensamentos  esta linda  Flor!!!!!!